"A noite é dos poetas, das putas
e dos que morrem de amor." Disse a colega poeta, que me perdoe, perdi o
link e já não sei que foi.
"A noite é dos ratos." disse
discordando o colega Felipe Vidal.
Eu digo que a noite é da lágrima, da
insônia e dos que se escondem de medo do escuro.
A noite é povoada de ratos, de sombras
e de pensamentos absurdos.
A noite é uma trégua na incansável
luta entre a razão e o devaneio.
À noite o cordeiro ganha garras e ataca
até o mais bravo dos toureiros.

Nenhum comentário:
Postar um comentário