Só o vazio
O espaço em branco deixado de lado.
Nunca ocupado, jamais habitado.
O vazio proporcionado pela tua ausência, teu silêncio.
Teu incansável silêncio mortal.
Agora mais letal do que nunca!
Me devora pouco a pouco.
No vale entre o limbo e o inferno,
Padeço.
Por não escutar tua voz,
Por não ler tuas palavras.
A tua indiferença corrói aos poucos,
E a passo lento vou morrendo.
Morre eu apaixonada.
Nasce eu fortalecida.

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