29 abril, 2014

Minha infinita gula


Eu te como com os olhos
E eu quero te comer
Com as mãos, com a boca, me lambuzar
Não me canso de te olhar
Quero te comer, no café e no jantar
Quero te comer, te mastigar e engolir
Assim você não sai, nunca mais de dentro de mim!

(me desculpem a ausência, não é falta de vontade
estava aprendendo a rimar felicidade)
E
ser
patética
né...
Porque
não
ser
apaixonado
que
não
seja
patético...

Complementando...

É raro, quase impossível ter alguém para amar, e poder declamar o amor...
Você é tudo...
Meu pedaço de sonho, meu travesseiro para deitar e sonhar e a mão que me cuida enquanto durmo.
Meus olhos me roubaram as palavras...
Só preciso te olhar...
Por aquela breve fração do infinito.

E nada mais.

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